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A loirinha insaciável e seu marido corno

Ela era com certeza uma das mulheres mais lindas que já vi na vida. Loira, um corpo fenomenal, tinha umas pernas lindas e bem torneadas, olhos sensuais de uma beleza diferenciada, sua boca parecia uma dádiva dos deuses, tinha uma bunda linda, peitos bem delineados e apetitosos, caminhava com sensualidade.

Exalava sexo até as entranhas da sua alma. Era com certeza a mais gostosa daquela pequena cidade. Todos queriam comer aquela linda mulher fogosa.
Apesar de ser casada, sua fama de vadia estava por toda cidade.

Seu marido, conhecido também como “corno manso” parecia não se importar muito com isto. Tinha dinheiro e prestígio na sociedade, era um empresário de sucesso e parecia conformado com o fato da sua querida esposa saciar o desejo de quantos machos desejasse.

Um dos vários que a comiam com certa freqüência contava para todos que vivia comendo a “mulher do malandro”, que a enrabava qualquer hora que quisesse, até mesmo no seu lindo carrão, que o marido corno havia lhe presenteado.

Ela tinha uns 25 anos e cursava a mesma faculdade que eu. Sempre que a via pelos corredores ficava de pica dura, louco de vontade de um dia foder aquela bela mulher. Imaginava sua boquinha me chupando e várias vezes bati uma punheta imaginando estar fodendo aquela bundinha arrebitada de 4. Todavia, pensava que uma mulher gostosa como aquela não daria trela para mim.

Estava um dia em uma festa chamada “pagodão”, onde pessoas se encontram a procura de sexo sem compromisso. Estava azarando umas mulheres com uns amigos meus quando vejo aquele espetáculo de mulher entrando com umas amigas.

Estava com os cabelos loiros esvoaçando pelos ombros, um vestido preto entreaberto deixando suas costas a mostra, uma abertura que ia até a beirada da sua bunda, deixando todos contemplando sua beleza impar.

Meu pau ficou duro na hora com aquela visão e pensei quando será que conseguiria foder uma mulher tão gostosa quanto aquela, talvez quando ganhasse na mega-sena.

A perdi de vista e fui tentar aproveitar o resto da noite. Estava ziguezagueando pelo salão a procura de uma mulher quando encontrei com uma conhecida minha da faculdade, começamos a conversar e passado um tempo chegaram perto de nós mais algumas pessoas, entre elas estava a Suzy, nossa heroína bucetuda, fomos apresentados, perdi até as palavras quando a beijei no rosto.

Ela estava usando um perfume sensacional, não conseguia mais disfarçar o volume que meu pau fazia. Ficamos conversando um pouco, as pessoas que estavam perto de nós foram se espalhando e aos poucos estávamos somente nós dois conversando.

A convidei para irmos lá fora para conversarmos melhor, pois o barulho estava quase insuportável e para minha surpresa ela aceitou. Ela era uma pessoa bem “receptiva”, não tinha frescuras. Estávamos conversando numa boa, parecia que éramos amigos há bastante tempo.

Entramos novamente na festa, começou a tocar um forrobodó e logo a chamei para dançar, começamos a dançar e logo estava com o pau duro roçando naquelas lindas pernas, ela parecia estar gostando cada vez mais daquilo e se esfregava com vontade na minha pica dura.

Falei no ouvido dela que queria ficar um pouco mais vontade com ela. Fomos então para o seu carro onde ela colocou um md para tocar e sem se fazer de rogada foi logo me beijando, que boca sensacional!

Nunca tinha beijado uma boca tão gostosa quanto aquela, começamos a nos acariciar, ela tirou meu pau para fora e começou a alisá-lo devagar, sabia pegar muito bem no meu pau, parecia saber em que ponto eu sentia mais prazer, acariciava lentamente o meu saco também.

Fomos para um local mais afastado e quando chegamos fui logo descendo o seu vestido e comecei a mamar naqueles lindos seios que estavam ali na minha frente. Ela gemia gostoso enquanto me punhetava devagar, falando que estava louca para sentir meu cacetão dentro dela e coisas deste tipo.

Ela começou a desabotoar minha camisa e foi chupando devagar os meus mamilos, puxava os pelos do meu peito com a boca, estava me deixando louco, foi descendo e logo ela estava lambendo minhas bolas. Passava a lingua devagar, a segurei pelos cabelos e a fiz cair de boca no meu pau.

A safada chupava como nenhuma, encheu a boca toda e me fez um boquete que nunca irei esquecer. Depois de uns minutos me chupando e falando que meu pau estava docinho como brigadeiro.

Ela sentou de costas para mim e foi ajeitando sua buceta para engolir toda a minha pica e começou a rebolar devagar e gostoso me levando ao delírio, o tesão foi tão grande que nem sequer imaginei de colocar camisinha. Aquela estava sendo a melhor foda da minha vida, que mulher fantástica.

Rebolava gostoso e dizia que meu pau é que era pau de verdade, não o bigulim ridículo do seu marido. Não aguentei muito e acabei gozando dentro da safada, que pareceu gostar muito. Depois ficamos nos beijando e nos acariciando até meu pau ficar duro novamente.

Fomos para fora do carro, fiquei encostado junto a porta e pedi que ela chupasse bem gostoso a minha pica. Coisa que ela fez com muito gosto, engolindo as bolas e mexendo com a lingua. A safada realmente gosta de pica.

Todas as histórias que já tinha ouvido pareciam que realmente eram sérias. Lembrei que me falaram que a vadia já tinha dado até para o filho do seu marido. Já que ela é a segunda “esposa” dele e o “corno desaventurado” tem mais dois filhos.

Contaram que quando ele ia trabalhar os filhos aproveitavam para enrabar a “bondosa madrasta”. Um deles, um moleque de 17 anos dizia para os amigos playboys que comia até o cuzinho da sua querida “mamãe” e todos riam do seu pai, o maior corno daquela pequena cidade.

Minha deusa loira boqueteira continuava a me chupar de forma esplendorosa, que delícia de boca! Ficava puxando seus cabelos para trás para ver bem meu pau entrando e saindo naqueles belos lábios carnudos, e a safada chupava cada vez mais com gosto dizendo que o pau tava bem açucarado, parecendo mel e falou que queria recheio de “leite condensado”, obedeci e gozei bem na boca, a vadia engoliu toda porra pedindo mais e mais “líquido precioso” na sua cara.

Depois de limpar meu cacete esfregando na cara da vadia, dei uma cheirada na sua buceta e fiz ela gozar na minha cara, sua buceta é realmente uma maravilha. Ficamos ainda nos beijando por muito tempo no nosso “motel motorizado” e lá pras cinco da manhã ela falou que precisava ir embora, falei que tudo bem, aí ela contou que tinha adorado a nossa foda e que queria repetir o mais rápido possível.

Antes de ela ir falei que queria mais uma coisa, queria que ela desse mais uma chupadinha no meu pau e que logo quando ela chegasse em sua casa desse um beijo em seu marido, ainda com o gosto do meu pau na sua boca gostosa, a safada gostou da ideia e me chupou até que eu gozasse novamente, me falava que ia fazer o seu esposo experimentar meu leite condensado ainda quente.

Eu ri bastante imaginando aquele corno chupando meu pau por tabela. Nos despedimos e fiquei ansioso para repetir esta incrível foda. Isso tudo aconteceu da madrugada de sábado para domingo e quando foi na segunda feira minha “loira bucetuda”me ligou perguntando se não queria almoçar com ela, falou que seu “manso” tinha viajado para Goiânia a negócios e que só voltaria na quinta-feira.

Nos encontramos num restaurante mais afastado, almoçamos e de lá já fomos direto para um motel perto dali. Fomos no meu carro e durante o tempo do restaurante ao motel a safada ia me punhetando e dizendo que meu pau dançava muito bem.

Olhava com ar meio de espanto por ver a diferença que era o meu pau (21 cm) para o pau insignificante do seu marido, que segundo ela tem uns 10 pra 11 cm, e depois ainda dizem que tamanho não faz diferença, faz sim, se não fizesse talvez minha deusa boqueteira não precisasse de outros machos para saciar sua sede de pica.

Entramos e ela falou para eu me deitar na cama. Ela estava usando uma saia branca até os joelhos, bem fina e transparente, uma blusinha azul decotada. Ligou o som do quarto do motel e começou a dançar devagar, fazendo uns movimentos sensuais que me deixaram com o pau para estourar de tão duro.

Falei que meu “osama” estava com saudade daquela boca maravilhosa e ela começou a me lamber os pés, foi subindo para as coxas e logo estava me chupando lentamente e me fazendo delirar de tanto prazer. Depois falei que queria comer aquela boquinha, lhe deitei e fiquei por cima dela de joelhos.

Comecei a esfregar o pau na sua cara e meti na sua boquinha com gosto e vontade, lhe fazendo se engasgar às vezes, pois queria meter tudo até na garganta dela. Era uma cena incrível ver meu pau entrando dentro daquela boca como se tivesse entrando numa buceta.

Tirei o pau e comecei a esfregar em cima dela, passei nos seus peitos, na sua barriga e quando cheguei na buceta lhe abri as pernas e enfiei sem nenhum carinho, meti rápido e com força. A vadia gemia muito gritando que estava adorando aquilo. E eu falava, isso minha puta, quero meter em você como se tivesse lhe estuprando.

Peguei ela com força e a virei de costas e dei vários tapas fortes na sua bunda. Abri bem a entrada do rego e chupei o seu cuzinho. Preparando para meter o meu pau. Seu cu era bem apertadinho. Deu muito trabalho para meter, mas depois que entrou a cabeça ela falou que queria até o talo dentro dela. Meti com força e vontade e gozei mais uma vez dentro daquela fenomenal mulher.

Nos deitamos e ela ficou acariciando as minhas bolas e a minha rola dizendo que queria mais. Começou a lamber a cabeça e o saco, sugando a porra que ainda estava no pau. Quando minha tora ficou dura, ela foi ficando de costas para mim e sentou em cima rebolando como uma fúria que meu cacete, que já estava um pouco sensível começou até a doer.

Ela rebolava cada vez com mais vontade e fazia voz de menina mimada dizendo que queria “mais leite condensado”, quando estava para gozar de novo lhe falei e ela saiu de cima e engoliu o pau para não deixar nenhuma gota da minha porra ser desperdiçada e gozei na sua boca tesuda.

Descansamos um pouco e falei que precisava voltar ao trabalho. Disse que queria lhe comer na sua própria cama, onde ela dormia com seu marido corno. Ela falou que ia pensar numa forma de transarmos no seu quarto.

Quando foi lá pelas 8:00 da noite ela me ligou e falou que no outro dia a casa estaria disponível, pois os “filhos do corno” iam sair e que só voltariam no outro dia, ela dispensou a empregada e falou que só iria ficar ela e sua pequena filha de cinco anos. Tinha esquecido de dizer isso. É impressionante como uma mulher que já tem uma criança nesta idade possui um corpo magnifico como é o dela.

Cheguei na casa do cornão por volta das 22:00 h e ela me atendeu com sua filha nos braços dizendo que ela estava quase dormindo. Olhei bem para menina e notei que a “futura vadia ” já tinha uma cara de safadinha, parecia muito com a mãe.

Fiquei na sala aguardando enquanto ela foi colocar a menina em seu quarto para deitar. Depois de uns 15 minutos ela voltou dizendo que agora era toda minha. Se ajoelhou na minha frente e foi abrindo meu zíper e tirando meu “cacete de mel” para fora.

Começou a dar uns beijinhos na cabeça do meu pau falando com voz de criança que minha rola era muito “gut gut” começou a chupar e quando minha tora já estava quase esporrando ali mesmo na cara dela o telefone tocou.

Ela foi atender e era o seu marido corno do outro lado da linha. Ela pegou o telefone sem fio se sentou ao meu lado no sofá e ficou conversando normalmente com ele...dizia que estava com saudades e coisas assim ao mesmo tempo em que com uma das mãos me punhetava ao lado.

Uma hora, parece que o marido dela perguntou o que ela estava fazendo e ela respondeu que tinha colocado a filha para dormir e estava assistindo televisão e chupando um picolé muito gostoso, nesta hora ela abaixou, colocou o telefone um pouco de lado e engoliu meu pau quase por inteiro.

Peguei o telefone da mão dela, desliguei e joguei no chão, falei que ela ia levar era pica na sua bundinha gostosa. A coloquei de 4 no sofá e lhe enrabei ali mesmo numa das várias salas da casa. Ela gemia, a principio bem baixinho, mas à medida que ia bombeando com mais força ela aumentava seus gritos.

Continuava a enrabar aquela gostosa e quando vi a sua filha estava na porta segurando um bicho de pelúcia nas mãos e com cara de quem estava com muito sono. aí ela perguntou “mamãe, que brincadeira é essa?” minha boqueteira respondeu que estava brincando de carrinho com o “tio” e que ela era o carro e eu o motorista e foi colocar novamente a pequena para dormir.

Quando ela voltou fomos para o seu quarto, era bem grande, tinha uma pequena piscina ao lado e uma decoração muito bonita estilo árabe. Ela foi em um dos armários, abriu e tirou um pacote. Dentro tinha um pau de plástico.

Ela falou que usava para deixar em forma sua “buceta malhadinha” e falou que queria experimentar uma coisa. Sentou no meio da enorme cama de casal, que estava forrada com uma colcha azul. Abriu as pernas e pediu para eu enfiar o “cacete de borracha” no cuzinho dela que estava piscando.

Peguei o “maranhão” e fui procurando uma posição para enfiar no cu daquela sedenta. Comecei a lamber seu grelho enquanto metia no seu cuzinho e a safada parecia que ia morrer de tanto prazer. Logo após me deitei e a vadia sentou com a buceta na minha cara, fizemos um 69 fantástico. Coloquei ela de 4 e meti por trás vendo aquela bundinha arrebitada rebolar.

Depois de uns 10 minutos naquela posição, tirei o pau e gozei por cima da bunda dela, o jato de porra foi tão forte que foi até no cabelo dela e ela mais uma vez com voz de criança falou que eu tinha sido muito mal, que não tinha dado o leite condensado para ela engolir ai eu falei que tinha muito guardado e que ela ia se esbaldar ainda naquela noite.

Fomos para beira da grande piscina que tem na sua casa. Sentei-me enquanto ela ia pegar uma bebida para nos refrescarmos. Depois do descanso, começamos a nos beijar e já estava com o pau duro novamente. Falei que queria lhe comer dentro da água o que a vadia respondeu que era uma excelente ideia.

Entramos e favorecido pela água, a levantei e encaixei o pau na sua bundinha, metendo com força e com vontade. Depois falei para ela ir para “escadinha” e ficar de quatro em cima. Quando ela ficou na posição eu lhe chupei o cu e a buceta.

Fui me deitar numa das cadeiras e falei que queria mais um “cheiro”. Me deitei e ela foi fazendo um boquete muito rápido. Quando estava para gozar ouvi um choro e era a menina que estava perto de nós chorando e enchendo o saco.

Pensei: “que menina filha da puta!” ela perguntou porque a mãe dela tava beijando o piupiu do “tio” e a minha boqueira falou que tava só brincando de chupar sorvete.

Falei que ia embora e a deixei. Quando foi no sábado pela manhã ela me ligou chorando dizendo que tinha acontecido uma briga na sua casa. Falou que tinham umas visitas em casa, uns irmãos do seu marido tinham ido lhe fazer uma visita e estavam várias pessoas por lá.

Disse que o “manso” estava saindo da cozinha quando viu sua filha brincando com um priminho da mesma idade. A menina estava por cima do menino com seu pequeno e muxo pau na sua boquinha e quando seu pai lhe perguntou porque estava fazendo aquilo ela respondeu que estava brincando de “chupar picolé” igual sua mãe fazia, só que o frutalle do seu priminho não saia leite condensado igual ao do “tio” da mamãe.

Minha boqueteira falou que o “manso” tinha lhe chamado para conversar e disse que estava desconfiado de alguma coisa. Ai ela fez uns carinhos e um papai e mamãe rápido com ele, o fazendo esquecer daquilo tudo.

Só que ela falou que estava se sentindo muito mal, que não queria mais aquilo, que queria me ver de novo e coisas assim. Pensei muito e falei para ela que aquilo tudo tinha sido só diversão, que não era nada sério e lhe mandei me esquecer, desliguei na cara dela e fui mais um a sair espalhando pela cidade que tinha enrabado a “mulher do malandro”.

Créditos: Pauzudinho

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