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Fodendo a esposa vadia do meu amigo


Tudo começou há alguns anos, na faculdade. Lembro que no primeiro dia de aula, fui o último a chegar na sala. De cara, avistei aquela garota estranha: usava cabelos presos, óculos enormes, calças largas, camisa xadrez e all star. Carol era o nome dela. Descobri quando chegou a vez de ela de se apresentar para a turma.

Não demorou muito para eu pegar amizade com toda a galera da sala, inclusive com ela que, de forma sobrenatural, conseguia fazer eu me sentir à vontade falando de qualquer assunto que fosse. Ela parecia um “homem com buceta”, e era assim que eu a chamava quando estávamos brincando. Ela gostava futebol, RPG, artes marciais, jogos de tiro e, inclusive, apontava quando passava alguma gostosa na rua e eu estava distraído. Pouco a pouco, nossa relação foi se intensificando e eu a via como se fosse realmente um “amigo”.

Certo dia, como de costume, decidi ir até a casa dela para jogarmos video game. Fui sem avisar, é claro, pois sabia que a mãe dela não estaria em casa e que a geladeira e televisão seriam minhas durante toda aquela tarde. Comeríamos batatas fritas, jogaríamos video game, veríamos algum filme de aventura na tv e, quando a noite se aproximasse, iríamos juntos para a faculdade. Mas não foi o que aconteceu.

Toquei a campainha e aguardei Carol abrir a porta, mas a pessoa que me atendeu não tinha nada dela. Seus cabelos (negros, longos, suavemente ondulados…lindos) estavam soltos, não usava óculos e estava maquiada. Vestia somente uma minúscula calcinha verde que combinava com um top com um decote maravilhoso. Suas curvas eram espetaculares e seus seios pareciam terem sido esculpidos. Me desliguei do mundo real por um momento e me imaginei em um sonho, pois realmente não acreditava no que estava vendo.

Vendo minha provável cara de babaca, ela sorriu e disse:
– Fecha a porta e vem aqui no quarto, vou te explicar porque estou assim.

Quando entrei no quarto, ela já estava sentada na frente do computador digitando algumas coisas. Antes de chegar mais perto, ela pediu para eu me afastar e tentar olhar de longe. Foi aí que percebi que ela estava com a webcam ligada, conversando com um cara, também com webcam. Ela começou a passar a mão nos seios com sensualidade, enquanto mordia os lábios olhando para a cam. Se levantou, começou a alisar a barriguinha e depois, ligeiramente, se virou de costas, apoiando as mãos na cadeira e empinando aquela bunda linda para o rapaz que a observava pela web. De costas para o computador, ela me olhou disfarçadamente:
– Você me pegou de surpresa hoje, Bruno. Te assustei?
– Por que você está fazendo isso? Qual é a graça? Quem é esse cara? – Perguntei sem pensar, naquele momento meus pensamentos estavam confusos demais, eu mal conseguia respirar. Estava ofegante.
– Gosto de me exibir e observar a cara que eles fazem quando me olham. Isso me excita, faz eu me sentir desejada, me alimenta o ego, me satisfaz. Esse rapaz, acabei de conhecer em um chat, e daqui a pouco nunca mais o verei, pois vou excluí-lo e fazer outro dia com outra pessoa diferente. Entende? É só isso que eu faço. – Dizendo isso, ela desligou o computador direto no botão e veio em minha direção.
– Ué, desistiu de se exibir? Se quiser eu vou embora. – Perguntei constrangido.
– Não desisti. Apenas não acho válido me exibir para alguém na webcam se tenho alguém aqui, do meu lado, me observando.

Nesse instante, ela pegou minha mão e me conduziu até a cama dela. Me colocou sentado ali e ficou de pé, na minha frente.
– Posso me exibir pra você? – Perguntou.
– Faz o que você quiser. – Falei.

Ela pôs a cadeira na minha frente, sentou-se e começou alisar delicadamente sua bocetinha por cima da calcinha, depois subiu com as mãos até chegar nos seios e apertá-los e colocá-los para fora do top que vestia. Ela alisava aqueles lindos bicos olhando pra mim com uma cara que jamais havia olhado antes. Havia tesão naquela expressão. Ela enfiava o dedo indicador na boca, me olhando com aquela carinha, e depois passava nos biquinhos. Levantou-se da cadeira e ficou de costas para mim, colocou uma das mãos no joelho e, com a outra, começou a alisar aquela bunda extraordinariamente gostosa. Olhava para trás mordendo os lábios e ainda com aquela cara de putinha pra mim. Eu, ali, só olhando e com o pau já doendo de tanto tesão. Ainda não tinha caído a ficha de que aquela mulher extremamente sensual era a Carol. Ela virou de frente para mim, ajoelhou-se e perguntou:
– Posso ver agora o resultado disso?
– Ele é todo seu. – Respondi.

Quando ela abriu minha bermuda, meu pau pulou para fora revelando toda a minha excitação. Ela o pegou e começou a me tocar. Eu a levantei do chão e a beijei com intensidade, conseguia sentir meu pau pulsando nas mãos delicadas dela. Ela voltou a se ajoelhar e colocou aquela boquinha para trabalhar. Lambia a cabeça e depois engolia ele todinho. Tirava ele de dentro da boca e chupava meu saco enquanto tocava punheta nele. Tudo em uma sincronia que me deixava maluco. Estava a ponto de gozar, mas antes disso eu queria e precisava sentir aquela boceta por dentro. Foi aí que eu a levantei e coloquei deitadinha na cama, tirei sua calcinha e caí de boca naquela delícia. Conseguia sentir a barriguinha dela tremendo e sua boceta se contraindo, revelendo seu tesão. Eu colocava dois dedos dentro dela e fodia devagar enquanto chupava seu grelinho rosado e delicioso. Aqueles gemidos faziam meu pau latejar e desejar cada vez mais entrar naquela bocetinha molhadinha, mas eu também estava adorando senti-la em minha boca, não queria parar. Não aguentando mais, ela pediu para ser comida, pediu que eu fodesse a boceta dela com força, sem precisar ir devagar no início. E foi isso que eu fiz. Segurei a cinturinha dela, meti meu caralho de uma vez só e soquei com força. Que boceta gostosa era aquela! Quente, apertada… molhada. Pedi para que ela ficasse por cima, eu precisava sentir ela cavalgando gostoso na minha piroca. Ela foi sentando devagar e aumentando o ritmo a cada cavalgada, eu segurava sua cintura e forçava meu pau contra ela. Seus peitinhos durinhos e deliciosos batiam na minha cara, e eu os mamava como se estivesse sedento. Ela parava de cavalgar e rebolava com o meu pau todo enfiado dentro dela. Senti a boceta dela apertando meu pau e seu corpo tremendo. Ela estava gozando. Ficava linda fazendo aquilo. Eu continuei forçando a cintura dela contra meu pau e ela, um pouco sem forças, rebolava para mim. Queria gozar tendo a visão mais privilegiada daquele corpinho, então, a coloquei de quatro e comecei a bombar novamente. Ela agora não gemia mais, mas gritava, pedia meu leite dentro dela. Dizia que queria sentir minha porra quentinha dentro daquela bocetinha. Ver aquela bunda deliciosa rebolando para mim e ouvir aqueles gritos de tesão me fizeram dar a melhor gozada da minha vida, tudo lá dentro, do jeitinho que ela queria.

Depois disso, repetimos mais algumas doses antes de irmos para a faculdade naquele dia. E, desde então, vou à casa dela ou ela vem na minha para fazermos sexo diante da webcam para desconhecidos. Ela adora. E sim, ela continua sendo a minha melhor amiga… mas agora com uma diferença: não mais como um “homem de boceta”, mas sim como um mulherão… e que mulher…

Lívia era a esposa do meu amigo Rafael. Loira, muito gostosa, eu tinha uma queda muito grande por ela, mas segurava as pontas pois Rafael era como um irmão para mim, que sempre me convidava para ir na sua casa, ele dizia para Lívia que eu era o melhor amigo que ele tinha.

Eu agradecia a amizade que tinha por ele, mas pela mulher dele eu sentia algo mais forte que uma simples atração, eu ficava louco de tesão por aquela mulher. Com 25 anos, ela era um mulherão de parar trânsito.

O próprio Rafael mesmo contou várias vezes que os homens assediavam ela até mesmo quando ela estava com ele. Mas ele não ligava, contou que certa vez andando pela rua com ela, ao atravessar a faixa de pedestre um moço chegou e passou a mão na bunda da sua mulher e ainda disse:

- Parabéns cara pela mulher gostosa que você tem!! - E eu escutando perguntei qual foi a reação dele com o cara, ele disse que sorriu e que ela disse obrigada e continuaram andando normalmente.

- Cara, eu não posso sair junto com ela, se vamos dançar, os outros caras dançam com ela mais do que eu!

- Mas você não sente ciúmes?! - perguntei e ele me respondeu:

- No começo eu até sentia, mas agora não ligo, ela é muito assediada, é gostosa mesmo, mas a gente se dá muito bem!

Eu não entendia o comportamento do Rafael, imagina só um cara vem e passa a mão na bunda da mulher dele, ele ainda sorri. Vai na balada e quem dança com a mulher dele são os outros! Muito estranho né?!

Bem por eu ser muito amigo dele eu respeitava sua mulher pra caramba, mesmo sentindo muito tesão por ela e que as vezes meus olhos me condenavam. Mas eu ficava meio sem jeito, tentava disfarçar, ela percebia e ria e meu amigo não sei se não percebia ou achava normal porque eu era seu amigo.

Sempre usando roupas muito curtas, mini saia, shorts, vestido curto e seu andar bamboleante mexia ainda muito mais com meus desejos. Cara, era impossível não olhar pra aquela loira gostosa e não ficar de pau duro.

Um dia cheguei na casa do Rafael e lá estava Lívia somente de camiseta e calcinha, isso foi demais pra mim. Mas mesmo assim fiquei na porta olhando pra ela. Que me falou:

- Vai entrar ou vai ficar aí me olhando! - riu. Eu entrei, me levou até a sala disse que o marido tinha saído, mas já voltava e que eu ficasse a vontade. Me ofereceu suco eu aceitei.

Fiquei ali naquele sofá pensando um monte de bobagens, ela veio de lá com jarro de suco e me serviu. Colocou o jarro numa mesa de centro, ao abaixar um pouco aquela camiseta subiu mostrando aquela bunda deliciosa fiquei de pau duro, não pude evitar.

Ela sentou se ao meu lado e começou a conversar, eu olhava para ela louco para foder com ela. Tomei o suco para me acalmar, ela perguntou se eu queria mais, eu disse que queria.

Então ela levantou e quando abaixou outra vez pra pegar o jarro não resisti e a agarrei ali na sala mesmo, ela não mostrou nenhuma resistência. Apenas soltou o jarro e entregou-se aos meus carinhos.

Enfiei a mão na sua bundinha gostosa, beijei seu pescoço. Toquei em seu seios, eram seios pequenos, mais muitos gostosos, comecei a bolinar. Sua buceta estava toda melada. Coloquei ela no colo e a levei até o quarto do casal. Joguei-a na cama, tirei minha roupa rapidamente, afastei sua calcinha e soquei meu pau todo naquela buceta gostosa. Ela gritava e gemia, e pedia:

- Ah! Fode minha buceta, fode! - e eu acelerava o ritmo das estocadas.

- Você gosta de tomar na buceta é putinha?!!

- Sim eu gosto, fode! Fode! Fode! Ahhh!!

Que delícia de mulher era aquela, logo em seguida coloquei-a de quatro e enfiei novamente naquela buceta gostosa. Puxava seus lindos cabelos loiros, batia na bunda dela, e ela gemia tendo orgasmo um atrás do outro.

Eu tive a impressão de ter visto Rafael do outro lado da porta vendo a gente. Continuei fodendo a mulher dele, achei que era só impressão mesmo. Quando de repente sua mulher diz:

- Rafa, seu corno ta gostando de ver sua puta dando pra o seu melhor amigo, tá? - Eu não acreditava, aquilo parecia ser loucura da minha cabeça, mas de repente olhei e vi meu amigo dizer:

- Vai Ricardo fode essa puta! Ela quer dá pra você há muito tempo! Fode ela! - e ela dizia:

- Seu amigo tem um pau muito gostoso amor, ahhhh que delícia vou gozar outra vez! - Rafa somente olhava e se masturbava enquanto eu fodia sua linda esposa. Ele via ela me chupar, engolir meu pau e se masturbava feito um louco.

Foi a vez de eu comer a bundinha de Lívia. Coloquei tudo naquela piranha loira que teve um orgasmo já nas primeiras socadas. Rafa estava de bruços, desfalecido já, tinha gozado numa punheta enquanto eu socava na cadelinha de sua esposa.

Quando foi para eu gozar ela pediu pra eu gozar na sua boca, gozei na boca dela que segurou o gozo somente para beijar o esposo, e ambos dividiram a minha porra. Eu desfaleci. Tudo naquele dia estava combinado entre eles.

Eu desejava muito a mulher de meu amigo, notava que ela olhava pra mim e me insinuava. Mas jamais pensei que iria comer a mulher de meu amigo e com o consentimento dele.

Rafael tinha subido de cargo na empresa onde ele trabalhava, o ganho dele aumentou quase o triplo, mas tinha que viajar pra outros estados, ficava fora por um bom tempo. Mas me entregou uma missão que era cuidar e foder sua esposa com muito carinho. Agora vocês me respondam:

- Como não gostar de um amigo desse?!

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