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Vou relatar como reencontrei o amor da minha vida depois de 12 anos e que agora, mesmo casados com pessoas diferentes, vivemos momentos mara...

Reencontrando meu amor

Vou relatar como reencontrei o amor da minha vida depois de 12 anos e que agora, mesmo casados com pessoas diferentes, vivemos momentos maravilhosos de total cumplicidade na forma de pensar e de nos tocar, sendo na cama a nossa sintonia mais perfeita, permitindo nos fazer amor sem restrições e sendo muito felizes juntos.

Tenho 37 anos, sou casado há quase 9 anos e meu amor tem 36 anos e também casada há quase 9 anos com outra pessoa. Eu estava almoçando num shopping da cidade com a minha família, menos a minha esposa que estava em um outro almoço com as amigas, era uma tarde normal até o momento que a vi! Era ela, olhando em minha direção no momento em que eu estava saindo do restaurante e ela também estava com a sua família, inclusive seu marido.

Nossos olhares se cruzaram, nossas lembranças vieram, nossos corpos se aqueceram e parecia que tudo que havíamos vivido há 12 anos atrás, de forma estranha e especial, havia sido despertado de um sono profundo.

Quase quebramos nossos pescoços olhando um para o outro, tentando disfarçar para nossas famílias, mas sem medo de que um visse o outro olhando. Foi o inicio do nosso reencontro!

Esta história começou há 12 anos, quando ainda solteiros, nos conhecemos em Arraial d’Ajuda em Porto Seguro durante as festas de fim de ano. Era meu primeiro réveillon solteiro depois de seguidos namoros que não tinham dado certo. Estava no Parracho, local de shows perto da praia em Arraial, quando a encontrei.

Como estava linda! Loirinha, estatura média, pele branquinha - estava vermelhinha do sol - corpo lindo e um jeitinho tímido e charmoso, que me encantou de imediato. Ela também estava curtindo seu primeiro réveillon solteira, depois também de seguidos namoros fracassados - nossa primeira coincidência.

Desde o momento que nos conhecemos até o nosso primeiro beijo não demorou muito. Como bom baiano, posso dizer que “nosso Santo bateu de cara”. Como adorei aquele beijo, aquela boca macia, molhada, deliciosa, aquele beijo carinhoso, sensual, caloroso, especial. Meu corpo se aquecia só em tocá-la.

Quando a beijava, praticamente entrava em erupção e aos poucos descobri que este sentimento era mutuo! Mas mesmo com todo o tesão e a paixão que rolava entre a gente, nossa primeira vez aconteceu somente quando voltamos para nossa cidade de origem, onde moramos até hoje; mesmo morando na mesma cidade, ficamos 12 anos sem nos ver, sem nos encontrar.

Depois de um cineminha, onde não conseguimos assistir o filme direito, nos tocando e beijando freneticamente, fomos para o apartamento que ela morava com a mãe e que estava vazio naquela noite. E, depois de alguns beijos, toques, na sala, fomos nos curtir no quarto dela.

Ela estava muito nervosa! Só havia tido relações com seus ex namorados e como não éramos namorados, tudo era novo para ela. Estávamos ficando, nos curtindo, desde a festa do réveillon! Mas nossos corpos, nossos corações, nossas almas, já haviam decidido! E não havia como lutar contra.

Foi uma primeira vez intensa, nervosa, sem tempo de tirar todas nossas roupas, com medo de que alguém chegasse, mas foi delicioso e inesquecível! Lembro perfeitamente do cheiro, da maciez de sua pele, do seu corpo junto ao meu, nunca esqueci e nunca esquecerei.

Depois desde inicio, curtimos momentos maravilhosos juntos por mais uns 2 meses com encontros e reencontros, mas não chegamos a namorar. Estávamos num momento da vida que precisávamos curtir sem compromisso. Apesar de sabermos que se um chamasse o outro para um namoro, isso aconteceria. Mas não aconteceu e depois deste tempo a vida nos levou para destinos diferentes.

Eu tinha claramente em minha cabeça o quanto ela era especial, o quanto eu gostava dela, tinha quase certeza que ela poderia ser o amor da minha vida. Mas, devido o momento de minha vida, escolhi viver minha vida de solteiro. Conhecer-me melhor para poder ser melhor para quem viesse a ser minha futura namorada. Mas infelizmente não nos permitimos mais. Até nos encontramos, ficamos, mas não rolou nosso tão sonhado namoro!

E depois daquela troca de olhares curiosos, saudosos, intrigantes do almoço de domingo no shopping da cidade eu a procurei num site social na segunda-feira, mas não a encontrei pois estava me atrapalhando com o sobrenome dela. Fiquei desapontado comigo mesmo.

Mas não havia desistido, estava pensando em como encontrá-la, quando, na quarta-feira seguinte, recebi uma mensagem deste mesmo site social de pessoas que haviam visto meu perfi e não para minha surpresa, mas para minha alegria, era ela uma destas pessoas.

Meu coração disparou! Precisava falar com ela, mas não sabia como seria sua recepção depois de tantos anos. Pedi para ela me adicionar na sua lista de contatos. Ela adicionou. E de lá peguei seu telefone e mandei um “OI” pelo whatsapp! Meu coração estava a mil por hora!

A expectativa era enorme, foi quando ela me respondeu de forma muito carinhosa! Estava no trabalho naquele momento, saí da sala às pressas e fui continuar nosso bate-papo. Depois de muitas mensagens, nos ligamos e foi aí que tudo começou.

Nosso reencontro, fisicamente falando, tornava-se cada vez mais possível, real. Mas ainda sem promessas, sem cobranças, somente como bons amigos! Seria possível isso depois de tudo que passamos juntos? Essa era nossa pergunta!

Mas tínhamos nossas famílias, filhos, vidas construídas durante 12 anos! Mas sabíamos que não estávamos felizes! Que sempre faltava algo! E talvez por causa deste momento de nossas vidas conjugais, nos permitimos nos encontrar!

Depois de muitas mensagens e telefonemas trocados, combinamos de nos encontrar num Motel! No dia de Natal! Seríamos nossos presentes de natal! O melhor presente de natal que eu poderia ter! Mas até aquele momento, apesar de imaginar, não tinha certeza do que aconteceria, de como reagiríamos ao nosso reencontro.

Encontramo-nos no local combinado, nos abraçamos nervosos, sem muitas palavras e nem muitos toque, era um momento diferente e novo, principalmente para ela! Eu estava muito nervoso, ansioso, mas muito feliz em poder rever aquela mulher que foi tão especial para mim e que depois daquela troca de olhares, havia trazido minha plena felicidade de volta.

Entramos ainda sem acreditar no que estava acontecendo, mas sem querer pensar muito e deixando acontecer! Como ela é linda! Os 12 anos foram muito sutis para ela! Havia se tornado uma mulher ainda mais linda! Apesar dela não concordar… kkk.

Abraçamo-nos novamente, desta vez, mais demorado, mais calmo, mais carinhoso! E tudo aquilo que rolava entre a gente, aquele calor, aquele arrepio, aquele desejo sexual, aquele sentimento, voltou de uma forma inexplicável e intensa! E tudo foi acontecendo naturalmente, como se nos víssemos e fossemos um do outro durante todos estes 12 anos.

Nossas bocas se encontraram num beijo delicioso, carinhoso, caloroso, nossos corpos pegavam fogo; nossas mãos exploravam nossos corpos, rostos, cabelos; nossas roupas foram tiradas rapidamente, sem nos afastarmos muito, não querendo ficar longe um do outro um segundo sequer.

Eu podia sentir sua pele, seu cheiro, sua boca, seus seios no meu peito; queria muito fazer amor com ela. Só o fato de tê-la novamente em meus braços já me deixava muito feliz e realizado, mas queríamos ser, ter novamente um ao outro, fazer amor na plenitude dos amantes.

Beijávamos-nos deitados na cama. Beijava seu pescoço, sua orelha, sentia seu cheiro, tocava seus seios, sentia meu corpo, meu pênis encontrar seu corpo; beijava todo aquele corpo que tanto sentia saudade; beijava, mordia, lambia, seus seios, sua barriguinha linda, sua virilha; até começar a chupá-la, tocá-la; sentia seu corpo se revirar e, mesmo que ainda nervoso, se entregar ao prazer; à paixão daquele momento; sentia que ficava cada vez mais molhada; liberta; com muito desejo; quase gozando.

Coloquei a camisinha rapidamente enquanto voltava a beijar aquela boca deliciosa, mas agora com o sabor dela na minha boca, com o cheiro dela me entorpecendo num êxtase maravilhoso que se completou quando a fui penetrando devagar, sentindo cada centímetro da minha saudade ser acolhido entre suspiros e gemidos; era como se eu fosse me realizando, me completando, recuperando minha felicidade à medida que eu a penetrava.

Nossos corpos se apertavam, se encaixavam, se contorciam. Naquele momento não havia mais nada além de nós dois. Sem passado. Sem família. Sem culpa. Sem preconceito. Apenas nós! Nosso desejo! Nossa excitação! Nossa realização! Nossa felicidade!

Gozamos varias vezes naquela manhã. Queríamos que o tempo parasse e ficássemos fazendo amor para sempre! Nosso desejo não acabava! Mesmo cansados, nossos corpos queriam mais, queriam ser tocados, queriam continuar.

Tocamo-nos de todas as maneiras; em todas as posições. Como era linda! Como me sentia feliz em poder dar e sentir prazer com esta mulher. Vê-la e senti-la em cima de mim; penetrá-la rapidamente até fazê-la gozar! Como ela consegue ser ainda mais linda ao chegar ao gozo!

Seu jeitinho tímido e safado ao mesmo tempo me deixando louco. Nossos corpos suados, seu cheiro ainda mais forte, até sentir meu corpo se contorcer ao gozar ainda dentro dela.

Conversamos e confessamos todos nossos sentimentos, experiências, medos, desejos, sonhos e alegrias! Era como se não houvesse os 12 anos! Como se voltássemos ao passado e tivéssemos certeza do que queríamos!

Queríamos um ao outro! E mesmo que hoje tenhamos nossas vidas conjugais distintas, nunca mais queremos perder um do outro. E assim está sendo até hoje, e por mim, será para sempre!

Créditos: Contoran

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