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Brincando com a sobrinha

Miriam quando pequena era uma garota pouco chamativa e era considerada o patinho feio da família, mas ao completar 1* anos começou a surpreender.

O seu corpo tomou forma rapidamente, desabrochando da noite para o dia. As pernas engrossaram, a bundinha arrebitou, os seios cresceram bem durinhos, agrediam a vista de quem olhava.

Eu sempre tive por ela um grande carinho e uma enorme intimidade. Era o tio que a tomava no colo, afagava os seus cabelos, lhe fazia dengos quando os pais não tinham tempo para isso.

Sempre tivemos um excelente relacionamento sem que nada de diferente passasse por minha cabeça. Confesso no entanto que ao ver a garota desabrochar daquela maneira, algo passou a me perturbar quando ela se aproximava de mim, me abraçava, me beijava.

Como o "tio do coração", ela não economizava carinhos e intimidades quando me encontrava. E, o pior, ou quem sabe o melhor, diriam alguns, ela não perdia o hábito de sentar no meu colo e pedir me para afagar os seus negros cabelos.

Víamos nos todo final de semana quando eu passava o sábado e o domingo na casa de seus pais e a garotinha não se recolhia e nem se protegia. Sempre que eu chegava era uma esfregação, abraça daqui, abraça dali.

Eu me afastava de seu corpo e procurava manter a menina à distância pois bastava sentir o calor de seu corpo juvenil para a minha pica ficar dura como uma rocha. Não raras vezes, isso aconteceu com a sua bundinha em contato com a minha rola.

Num determinado final de semana quando ela já havia completado dezoito aninhos, minha irmã e meu cunhado resolveram viajar e pediram me para ficar na casa deles fazendo companhia a Miriam e olhando a casa. Aquilo me assustou, confesso. Não sabia o que poderia vir a ocorrer. Mas não pude recusar. Fiquei.

Tudo transcorreu na maior normalidade durante o sábado. À noite, não desejando ficar em casa, convidei Miriam para ir ao cinema comigo. Ela topou, estava desejando sair, agitar um pouco. Pediu me um tempo para tomar banho e para se trocar.

Entrou no seu quarto e alguns minutos depois saiu com uma toalha envolta em seu corpo rumo ao banheiro. A toalha pequena mal lhe cobria o bumbum e deixava à mostra as coxas grossas, roliças.

Ao passar por mim, sorridente, dei-lhe um tapa na bunda, dizendo-lhe que não demorasse, pois também queria tomar banho. Em resposta, ela deu um gritinho e me disse que fosse tomar banho com ela, assim nos ensaboaríamos mutuamente.

- Vem, tio, vem! Eu não tenho vergonha de você... é como se fosse meu pai... vem....!!

Aquilo me perturbou. Não conseguia entender as intenções da garota. Mas sem condições de recusar o convite jeitoso que me fazia disse-lhe que tudo bem e que iria em seguida.

Corri para o quarto tirei a minha roupa e fiquei apenas de cueca. Dirigi-me ao banheiro. A porta estava aberta e o chuveiro vertia água. Entrei e fiquei estupefacto olhando o corpo de Miriam de costas para mim.

A sua bundinha durinha, empinada, era um espetáculo que muitos gostariam de admirar. A minha pica completamente dura e pulsante não me deixava em paz, incentivava me a ir adiante. Fui.

Aproximei-me dela e pegando a esponja que ela usava para se ensaboar comecei a passar em suas costas. Notei que ela empinava mais ainda a bundinha como que oferecendo a para que eu a acariciasse.

Abandonei a esponja e passei a acariciar as suas costas fingindo que a ensaboava. Desci devagar aproximei me de suas nádegas e toquei naquela protuberância. Ela me olhou sorrindo de forma marota, como quem diz: "Vai, vai mais tio...".

Acariciei aquela bundinha deliciosa por algum tempo e lentamente virei a de frente para mim. Olhei os seus seios, sua barriguinha sensual, seu monte de vênus, suas pernas. Miriam estava simplesmente deliciosa, tentadora!

Àquela altura eu já estava todo molhado, embora não estivesse debaixo do chuveiro. Ela olhou me, notou a minha excitação e nada disse.

Limitou-se a pegar minhas mãos e a me pedir que a ensaboasse. Continuei naquele terrível exercício. Ensaboei-lhe os peitinhos durinhos e notei que os biquinhos ficaram "ouriçados".

Permaneci neles por um bom tempo, alisando os lenta e carinhosamente, sentindo o calor que deles emanava. Miriam de olhos fechados mostrava estar excitada.

Depois de algum tempo passei a ensaboar a sua barriga e fui descendo lentamente até suas coxas. Ajoelhei me na frente dela para poder executar melhor o meu serviço e fiquei de cara com a bucetinha dela que, ao me ver naquela posição, me disse:

- Poxa, tio, você é tão bonzinho.... está parecendo meu empregadinho... estou adorando isso... continua... é gostoso...

Continuei acariciando as coxas grossas da minha sobrinha gostosa e bem lentamente invadi lhe o meio das pernas, mais para baixo, subindo bem lentamente.

Ao aproximar me da sua bucetinha, notei que ela sutilmente se abria e se oferecia, deixando o caminho livre, queria que a ensaboasse naquele pontinho de prazer.

Enquanto a observava fui aproximando me da sua bucetinha, ela não reagia, deixava me continuar, subi mais e toquei de leve o seu grelinho, ela soltou um longo e profundo suspirou!

Meti a minha mão no meio de suas coxas e apalpei aquela bucetinha virgem, desejosa de ser acariciada, tocada, fodida, ela então abriu se toda e se ofereceu completamente!!

Pude então olhar de perto aquela grutinha, era bem pequena, com poucos pelos, com o grelinho protuberante e durinho que deixou me louco de tesão!!!

Passei a língua no grelinho e o lambi em todos os sentidos, desfrutando do sabor do líquido delicioso que vertia das entranhas daquela bucetinha gostosa!!

Ela perdera completamente o controle àquela altura e com as pernas escancaradas, apenas se oferecia, gemia, me pedia que a tocasse, que continuasse....

Na posição em que ela estava, levantei-me, tirei a minha pica dura de dentro da cueca e encostei sua cabeça vermelha e pulsante em seu grelinho e passei a esfregá-lo para cima e para baixo, que delícia!!!

Aquilo me deixava louco e fazia com que Miriam gozasse seguidamente, ela gritava, gemia e pedia que não parasse, queria mais, sempre mais!!!

Após um curto período de tempo naquela esfregação, não consegui me conter e esporrei abundantemente na testa da sua bucetinha, fazendo com que ela ficasse melada de porra!!

Abracei a forte e puxei a de encontro a mim, a sua boca ofereceu se gostosa querendo ser beijada, beijei-a forte, como se a desejasse comer!!

Completamente molhados e envolvidos por aquele clima de total loucura e tesão continuei beijando a sua boca, enquanto a minha pica dura forçava suas coxas e escorregava por sua bucetinha. Levei a para a sua cama, onde a deitei e afastando as suas pernas posicionei por cima do seu corpo.

Simulando o velho e sempre delicioso papai e mamãe passei a arremeter a minha pica dura contra sua pequena vulva, fazendo a sentir o tamanho o meu desejo crescente e incontrolável.

Não pude segurar muito tempo aquela brincadeira. O meu tesão e a sensação que aquele contato me proporcionava me deixavam louco e me fizeram gozar rápido. Voltei a esporrar nas coxas dela, melando a toda com o meu líquido quente.

Com a fricção que o meu membro fazia em seu grelinho e na entrada de sua bucetinha, ela também voltou a gozar deliciosamente, me acompanhando naquele ato de prazer.

Ficamos nessa brincadeira a noite inteira e esquecemos até que íamos ao cinema. As nossas brincadeirinhas inocentes continuam ainda até hoje, sem que ela tenha perdido a virgindade.
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Max

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