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Quando eu tinha 21 anos ainda morava no interior na casa dos meus pais. Era uma vida sossegada aquela do interior. Eu só tinha como obrigaçã...

Queria a filha, comi a mãe!

Quando eu tinha 21 anos ainda morava no interior na casa dos meus pais. Era uma vida sossegada aquela do interior. Eu só tinha como obrigação estudar e “trabalhar” na padaria da família.

Foi por essa época que conheci Aline, a prima da namorada do meu melhor amigo. Havia se mudado recentemente para nossa cidade junto com a mãe e o irmão. Fiquei maluco por ela assim que a vi.

Loira, 19 anos, cabelos longos e bem lisos, falsa magra, aproximadamente 1,65 de altura e uns peitinhos deliciosos, pequenos e bem durinhos que pareciam querer furar a blusa. Bem daquele tipo que cabe perfeitamente dentro da boca. Aline era um tesão de menina, uma provocação, uma crueldade.

Assim que chegou na cidade, foi um rebuliço entre a rapaziada. Tipo, carne nova no pedaço! Sabem como é cabeça de homem né? E se formos colocar nessa ordem de carne, convenhamos que aquilo já era um frigorífico inteiro. Muitos carinhas tentavam namorá-la sem sucesso, Aline era durona.

Claro que eu também me candidatei à vaga de dono do coração daquela beldade. Sem perder tempo procurei aproximar me dela de todas as formas. Como sua prima era namorada do meu melhor amigo, isso contou a meu favor.

Passamos a sair sempre os quatro juntos e aos poucos surgiu uma amizade bacana entre nós. Ela dizia que eu era o único que não havia agido feito um maníaco e tentado agarrá-la. Eu dizia que apesar de não ter feito isso, morria de vontade. Aline ria e desconversava.

Sempre estávamos juntos, conversando e etc. Muita gente até achava que éramos namorados. Eu já tinha pedido Aline em namoro, mas ela educadamente havia recusado. Insistia, mas ela não se rendia.

Dizia que isso podia estragar nossa amizade e blá, blá, blá. Até meu amigo Sílvio e Sheila, sua namorada e prima de Aline fizeram campanha a meu favor, mas a desgraçada não cedia.

Aos domingos, quando íamos para o único clube da cidade, era um martírio para mim ver aquela tentação de garota num biquinizinho e não pode fazer nada. Às vezes, chegava em casa e me masturbava pensando nela, para aliviar o tesão.

Mesmo assim, com todas as recusas dela, nossa amizade crescia. Passei a frequentar sua casa e lá conheci seu irmão mais novo e Dona Dalva, sua mãe.

Não vou mentir, babei pela coroa. Sempre tive tesão por mulheres mais velhas desde a minha adolescência e Dona Dalva era Aline numa versão amadurecida.

Diferenciava por ter seios fartos e ser do tipo cheiinha bem distribuída. Loira como a filha, olhos azuis faiscantes, estava sempre linda e perfumada. Assim que chegou à cidade, abriu um salão de beleza anexo à casa onde moravam, que passou a ser bem frequentado pois era uma profissional muito competente.

Chegou o inverno e com ele o frio característico da estação. Numa noite de sexta-feira nos reunimos - o quarteto fantástico, como Dona Dalva nos chamava - para ouvirmos música e bebermos vinho.

Já passavam das 23:00 h quando meu amigo Sílvio e Sheila, prima de Aline saíram, com certeza para trepar em algum canto. O irmão mais novo e Dona Dalva dormiam no andar de cima. Ficamos sós, eu e ela, sentados num velho balanço que ficava na varandinha lateral da casa e embalados pelo vinho.

Quando tocou uma música romântica no som chamei Aline para dançar. Dançamos juntos, rostos colados, o perfume dela me deixando louco. A música acabou e ficamos abraçados. Não aguentei e tentei beijar Aline. Não sei se foi o vinho ou se ela andava mesmo querendo reza, só sei que permitiu e retribuiu o beijo.

Grudamos nossas bocas em um beijo longo. Apertei Aline e ela se deixava levar, sentei no sofazão ela sentou sobre mim, virada de frente, continuamos nos beijando. Fui beijando seu pescoço, acariciando as costas, a bunda e ela permitindo. Fique louco com aquilo, abri o casaquinho dela e apertei os peitinhos por cima da blusinha.

Aline suspirou, gemeu baixinho e me mordeu no pescoço. Fui mais ousado e levantei a blusa até deixar os peitinhos dela à mostra. Não usava sutiã. Chupei, beijei, lambi, dei mordidinhas de leve. A respiração era pesada, ofegante, Aline me permitia fazer o que tanto desejei nos últimos meses.

Levantei a sainha jeans e acariciei a sua buceta, mesmo por cima da calcinha dava para sentir a umidade. A rachinha de Aline estava completamente melada de desejo.

Meti dois dedos por dentro da calcinha e senti os pelinhos ralos, forcei a entrada com o dedo, ela gemeu e disse não. Insisti e ela mais uma vez disse não e completou:

- Sou virgem!

Não acreditei no que ouvi. Como pode? Aquele avião nunca tinha levado pica. Fiquei ainda mais tarado. Passei a massagear a sua buceta e ela gemia baixinho e se contorcia no meu colo. Senti Aline estremecer tendo um orgasmo com os olhos fechados.

Meu pau pulsava de tão duro, botei pra fora e Aline pegou e começou a punhetar. Não demorou muito e dei uma bela gozada, daquelas abundantes, melando as mãos e a barriguinha dela. Até respingou na minha calça jeans e na minissaia dela. Peguei um guardanapo e nos limpamos.

Demos mais um beijo demorado e ela me pediu que não contasse nada daquilo pra ninguém. E nem precisava me pedir uma coisa daquelas. Quando cheguei em casa demorei a dormir. Na verdade eu achava que estava sonhando acordado.

Depois de tantas tentativas, Aline se entregou assim, sem que eu esperasse aquilo. Tá certo que não houve penetração, mas eu me sentia no paraíso. O que mais me espantava era o fato dela ainda ser virgem.

Depois desse dia começamos a nos pegar mesmo com frequência e na maior descaração. Era só aparecer uma oportunidade e lá estávamos nós dois parecendo dois alucinados entre beijos e chupadas. Era o nosso segredo. Nem meu amigo e a prima dela sabiam.

O mais curioso de tudo, era que nós não assumíamos um namoro, mas não ficávamos com outras pessoas. E mais: com todo aquele chamego, eu não conseguia comer Aline. Simplesmente ela não dava. Me permitia fazer tudo, mas na hora de meter que é bom ela fechava as pernas de um jeito que nem um guindaste conseguia abrir.

Nunca vi uma pessoa defender um cabaço com tanto vigor. Era uma situação no mínimo insólita. Deixava Aline completamente nua, chupava peitinho, buceta e o que mais quisesse, ou seja, Aline inteira. Mas, meter era outro departamento. E dos bem complicados!

Gozava nos peitinhos dela, nas coxas, em cima da bunda, na barriga. Adorava chupar aquela rachinha inviolada, passava a língua no canalzinho e Aline se derretia inteira, gozava gostoso, o corpo tomado por leves convulsões.

Eu achava interessantíssimo ver aquilo. Era uma tremedeira que tomava o corpo todo, até balançava o queixinho dela. Mas liberar a buceta que é bom…

No final do ano haveria uma festa de réveillon na casa de Aline. Infelizmente minha pequena deusa loira não estaria presente, pois tinha ido com o irmão passar a virada de ano com o pai, na antiga cidade onde moravam. E ainda ficaria por lá uns quinze dias. Era demais pra mim, mas fazer o que né?

Porém a família estaria reunida e alguns amigos tinham sido convidados a participar, inclusive eu. A festa rolava numa boa, muito divertida, com direito a fogos na hora da virada e tudo o mais.

Lá pelas tantas o pessoal começou a ir embora e foi ficando só a turma do lixão. Meu amigo Sílvio e Sheila também já estavam de saída e pouco a pouco a festa foi esvaziando.

Quando percebi estávamos apenas eu, Dona Dalva e uma prima que também não demorou a ir embora. Logo, estava eu sozinho ali com aquela coroa deliciosa e uma garrafa de uísque pela metade em cima da mesa.

Continuamos bebendo e conversando tranquilamente, mas depois de tantas doses eu não estava ligando pra mais nada e não me preocupava em esconder que Dona Dalva me deixava com tesão.

Olhava descaradamente para o decote e as coxas da coroa que ficavam à mostra quando ela cruzava as pernas. Sempre respeitei Dona Dalva, nunca me atreveria a tentar algo com ela, mas era muita tentação!

No meu intimo a desejava demais. Queria levar aquela mulher madura e gostosa pra cama. Tinha mil fantasias, mas não ousaria avançar o sinal numa situação normal.

Claro que Dona Dalva percebeu meus olhares indiscretos. Claro que ela já devia ter percebido em outras ocasiões como eu a devorava, como apreciava seu decote e as nádegas avantajadas.

Às vezes eu tinha a impressão de que ela me olhava com segundas intenções também, mas devia ser coisa da minha cabeça.

Naquela ocasião não poderia ser diferente. Dona Dalva percebia minhas olhadas de tarado, ria e perguntava o que eu tinha e por que estava com aquela cara de maníaco. Achei até que ela estava correspondendo ao meu ataque visual, mas estava meio confuso.

O álcool é o soro da verdade, diz um amigo meu. E como eu havia abusado, não tive meias palavras e lasquei sem pensar:

- Acho a senhora um tesão Dona Dalva, desculpe meu atrevimento, mas não posso mais esconder isso!

O riso sumiu dos seus lábios. Ela ficou bem séria olhando pra mim. Pensei que fosse me expulsar da casa dela, mas não disse nada, ficou apenas me olhando como se estivesse avaliando aquela situação.

Quem cala consente. Pelo menos foi o que se passou em meu cérebro entorpecido. Sentei ao lado dela, que não se afastou e tentei beijar sua boca. Dona Dalva virou o rosto, me afastou e perguntou se eu estava ficando louco.

- Não podemos fazer isso! - disse ela. Perguntei por qual motivo não podíamos e ela simplesmente não me respondeu, só perguntou - E minha filha?!

- Adoro Aline, é uma moça maravilhosa, mas somos apenas amigos. Ela não me quer como namorado! - foi a minha resposta. Tá certo, admito que fui um canalha, mas era minha chance de comer Dona Dalva.

E você que deve estar aí pensando, “mas que cafajeste filho da puta” provavelmente faria o mesmo se tivesse conhecido aquela mulher. Era tudo ou nada.

Tentei beijar novamente e ela ofereceu resistência mais uma vez, só que com menos convicção. A bebida também tinha subido pra cabecinha dela.

Segurei-a firme, puxei-a contra mim e dessa vez ela se deixou beijar. Foi um beijo delicioso. Da defesa, Dona Dalva partiu para o ataque, veio pra cima de mim com tudo, quase me sufocava com seus beijos e carícias. Minhas mãos trabalhavam intensamente no corpo dela, explorando tudo!

Levantei o vestido e abaixei a calcinha dela até o meio das coxas. Nesse momento ela parou de me beijar e terminou de retirar a peça, segurou no meu braço, me puxou e disse:

– Vamos para o meu quarto!

Mal chegamos lá e ela terminou de tirar a roupa, ficou completamente nua. O álcool é lindo, pensei. Mas muito mais lindo do que o álcool era o que eu via.

Que buceta enorme, cheia de pelos aloirados, cor de rosa como a de Aline, só que bem mais gordinha. Aliás, a diferença não era só essa: Aline deixava poucos pelos, bem baixinhos. A mãe os deixa mais abundantes.

– Dona Dalva, a senhora é uma delícia! - Falei com cara de morto de fome.

– Pare com isso de dona e senhora e me chame de Dalva, seu safado!! Pensa que não percebo as coisas? Querendo comer minha filha e de olho em mim não é?!!

Não respondi nada. Era isso mesmo, ela estava certa. Não sou do tipo que fica procurando desculpas esfarrapadas quando estou errado. O negócio é que nunca me passou pela cabeça que a mãe da minha pequena deusa loira era a grande deusa loira. E se eu estivesse sóbrio, aliás se nós dois estivéssemos sóbrios, Dalva continuaria sendo minha apenas em meus sonhos eróticos.

Deitou na cama, abriu as pernas e eu caí de boca naquele bucetão delicioso. Chupei, enfiei a língua o mais fundo que pude, esfreguei meu rosto inteiro no bucetão melado e cheiroso de Dalva. Ela gemia e rebolava na minha cara.

– Ai que delícia, seu safado!!! Chupa vai!! Pensa que não via suas olhadas?! Quero gozar na sua boca!! Huummmm… Preciso gozar com um macho!!!

Dalva estava a mil. Havia se divorciado há mais de um ano e desde então não teve mais ninguém. Estava numa seca daquelas. Era até uma boa ação o que eu estava fazendo.

Lambi Dalva inteira, saia da racha, subia pela barriga até aqueles peitões deliciosos. Mamava como um bezerro e depois fazia o caminho de volta. Dalva pediu entre gemidos para chupar a minha pica, queria sentir a minha pica toda enterrada na sua boca.

Fiquei em pé do lado da cama e Dalva de quatro abocanhou de uma vez e me chupou como poucas haviam feito na minha vida. Eu estava nas nuvens, mas não queria gozar daquela forma, queria degustar aquela boceta rosa e pentelhuda e dar uma gozada bem gostosa dentro dela, lá no fundo. Deixei Dalva me chupar por mais alguns minutos até sentir aquela sensação que dá quando o gozo se aproxima.

Pedi que parasse. Minha vontade era meter nela. Dalva deitou, abriu as pernas e fui por cima, na posição de frango assado. Foi a seco, sem camisinha mesmo. Meti com força, segurando Dalva pelos cabelos, dando estocadas compassadas e profundas.

– Vai, me fode seu safado, preciso de pica!! Uiiiiiii!! Que gostoso, sou sua puta seu safado, precisava de uma rola assim vigorosa me fodendo! Mete, gostoso!! Estou toda arrepiada, vou gozar, vou gozar!!

Dalva fodia gostoso demais. Quando estava gozando cruzou as pernas em minhas costas e me apertou com tanta força que parecia que não ia largar nunca mais. Não segurei o tesão e gozei também dentro dela, lá no fundo daquele bucetão gostoso, como queria e fantasiei tantas vezes. Ficamos assim grudados, depois caí de lado e adormecemos.

Na manhã seguinte Dalva acordou antes de mim, deu uma organizada na bagunça da festa e voltou pro quarto. Quando acordei, ela já estava de banho tomado, deitada do meu lado, olhando pra mim. Eu estava nu e mal a vi a minha pica ficou dura.

Ela riu, pegou e acariciou, mas com aquela cara de “o que foi que eu fiz, meu Deus?” Percebi pelo olhar o que se passava na cabeça dela. Fui tomar um banho, sem dizer uma palavra sequer. Pensativo…

Se Aline sonhasse com uma porra daquela eu estava fodido. Ia perder minhas duas deusas loiras. Então esse seria mais um segredo entre mim e as mulheres daquela família. Não estava arrependido. Ela também não.

O medo era Aline um dia descobrir, mas como nem eu e nem ela íamos falar nada, estava tudo em ordem. Meu pau continuava ali, durinho, com vontade de comer minha “sogra” de novo. Acabei o banho, voltei pro quarto sem toalha. Ela deu uma risada quando me viu nu e de pau duro.

– Você deve ser maníaco sexual. Só pensa nisso é?

Ri também e disse a ela que pau tem cabeça, mas não tem juízo. Fui até a cama e nos beijamos. Dalva interrompeu o beijo, olhou pra mim séria e disse o mesmo que Aline:

- Ninguém pode saber o que fizemos, principalmente minha filha!

Concordei, é claro. E a putaria recomeçou. Pedi a ela que ficasse de quatro na beira da cama e lambi tudo, da buceta até o cu, passei mais de vinte minutos assim.

Dalva gemia, pedia para eu meter a pica de uma vez. Fiz o que ela pediu e não demorou muito pra gozar no meu pau. Não satisfeita, olhou pra trás com cara de puta e me perguntou se eu queria meter no cuzinho dela.

Numa situação como aquela, era o mesmo que perguntar a um macaco se ele queria banana. Achava lindo o cuzinho de Dalva, rosado e fundinho. Uma delícia!

Passei um pouco de hidratante e fui metendo o pau no cu de Dalva devagar, ela gemia pedindo para ir aos poucos pois há muito tempo não levava uma rola no cu.

Quando senti minha pica inteira dentro do cu rosado de Dalva, segurei forte pela cintura e passei a meter compassadamente, enquanto Dalva com uma das mãos massageava a buceta, tendo orgasmos seguidos.

Quando senti que estava gozando, retirei a vara do cu de Dalva e esporrei em cima das suas costas e do bundão branco. Fomos tomar um banho, trocamos beijos e carinhos embaixo do chuveiro e só então fui para casa.

Minha mãe perguntou por onde eu andava. Meu pai, rindo, dizia que devia ter rabo de saia metido nessa historia. Não disse nada, fui pro meu quarto e apaguei.

Nossa aventura durou até Aline e o irmão voltarem de viagem, quinze dias depois. Enquanto isso, eu dormia lá com Dalva quase todas as noites. Chagava sempre lá depois das 23:00 h para evitar comentários na cidade. Interior é foda!!!

Quando finalmente Aline voltou, estava morrendo de saudades e cheia de amor pra dar. Claro que matamos nossa saudade de várias formas e resolvemos assumir nosso namoro.

Dalva a princípio não gostou nada, depois entendeu e nos deu apoio, afinal não havia entre mim e ela nada além de sexo.

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