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Meu nome é Sinvaldo, tenho 50 anos, sou Bibliotecário numa escola particular há 5 anos, adoro sites de contos eróticos, sou tarado por ninf...

Fodendo a aluna na biblioteca.


Meu nome é Sinvaldo, tenho 50 anos, sou Bibliotecário numa escola particular há 5 anos, adoro sites de contos eróticos, sou tarado por ninfetas, quando as alunas aparecem aqui na Biblioteca pra estudar, ler, nossa, fico maluco, uma ninfeta mais gostosinha que a outra.

Certo dia, em uma Segunda-feira por volta das 13:00 h, eu estava no meu posto na biblioteca em frente ao computador, inclusive vendo putaria, estava um dia tranquilo, não havia quase alunos naquele horário pois a primeira turma havia acabado de sair.

Estava excitado lendo um conto erótico, e como de costume, abri o zíper da calça tirando a minha pica dura pra fora e comecei a tocar uma punheta, estava com muito tesão. Porém, de repente entrou uma aluna e só percebi quando ela já estava no balcão e falou:

– Sr. Valdo! - É como me chamam aqui, rapidamente coloquei a pica pra dentro da calça. Era uma ninfetinha linda, loirinha, dos olhos claros, usava o uniforme saia, blusinha de botões, e tinha um corpo delicioso, pernas grossas, peitos médios, bundinha arrebitada, e ela perguntou onde ficavam os livros de história medieval, e eu gaguejando indiquei o lugar.

Notei um certo sorriso e um olhar safado por parte dela, que me agradeceu e voltei a me sentar na cadeira, só olhando por cima do balcão, aquela ninfeta no corredor, entre as prateleiras, escolhendo os livros.

Não resistindo, enfiei minha mão dentro da calça e fiquei apertando a minha pica dura e olhando aquela gostosinha, todos seus movimentos, quando se agachava para ver os livros de baixo, sua saia descia pelas pernas, deixando a mostra suas coxas, ela olhou pra mim, me deu um sorriso safado, correspondi, e voltou a olhar os livros.

Arrumava o cabelo, depois se levantou olhando os livros de cima, e tentava pegar um, porém não dava altura, via sua saia subir um pouco, quase mostrando parte da polpa de sua bunda, nossa que tesão!

Foi então que ela virou pra mim e me pediu ajuda pra pegar aquele livro, me ajeitei, fui até ela, que ainda tentava pegar o livro, então cheguei bem atrás dela, encostando a minha pica dura na sua bundinha e levando a mão no livro, e ela empinou mais ainda aquela bundinha roçando ela de encontro a minha pica dura, que putinha safada! Peguei o seu livro e entreguei-lhe, ela virou-se de frente pra mim, sorrindo e agradecendo, e falou:

– Ai Sinvaldo sabia que eu gostei de ver o que senhor estava fazendo na hora que eu cheguei? Me deixou toda molhadinha!! - eu não acreditava no que ela estava falando, mas logo entrei no jogo falando:

– É mesmo? Então, deixa eu ver! - e encostei ela na prateleira, levantei sua saia, sua calcinha era branquinha de renda, transparente, tinha a bucetinha lisinha, levei meus dedos na sua bucetinha e fiquei acariciando ela por cima da calcinha e falando:

- Nossa, é mesmo sua safadinha!! Ela está toda meladinha!! Você gostou mesmo, hein?! - ela gemia gostoso, já deixando o livro ao lado, mordia os lábios, a safada logo levou a mãozinha dela, abrindo o zíper da minha calça, e segurando na minha pica dura, começou a tocar uma deliciosa punheta.

Com a minha outra mão puxei a nuca dela e a beijei, mordia o seu pescocinho, orelhinha e ela gemia gostoso no meu ouvido, coloquei sua calcinha de lado, ela colocou uma perninha dela numa parte um pouco mais alta da prateleira, e fui enfiando dois dedos na sua buceta toda melada, e ela já gemia um pouco mais alto.

Abaixei me e comecei a estocar sua bucetinha com meus dedos, aumentando o ritmo cada vez mais, com a outra mão segurei sua calcinha e a puxei de uma vez, rasgando ela, e ela me chamava de velho gostoso e safado, e eu enfiando meus dedos naquela buceta deliciosa.
Comecei a alternar chupando ela, metendo minha língua bem gostoso, chupando com vontade, ela acariciava meus cabelos, gemendo feito uma putinha, estava toda meladinha, prontinha para agasalhar a minha pica.

Levantei me e a virei de costas pra mim, pedi para ela empinar aquela bundinha fofinha, ela obedeceu direitinho, e rebolava, levantei sua saia e segurando a minha pica fiquei roçando ele na entrada da sua buceta.
Ela gemia pedindo pra mim meter logo, segurei firme na cintura dela e estoquei firme naquela bucetinha apertadinha e toda meladinha, ela deu um gritinho, mas logo empurrou a bundinha pra trás e agasalhou a minha pica até o talo, revirando os olhos e gemendo.

Comecei então a estocar firme, enfiei as mãos na sua blusinha abrindo ela com violência e agarrando seus seios, apertando seus biquinhos, e continuei estocando forte e fundo na sua buceta, ela gemia, gemia, gostoso, rebolava na minha pica, fui aumentando o ritmo das estocadas, levei uma mão na sua bunda, apertando ela forte, em seguida dei uns tapas bem forte, deixando ela vermelhinha.

O cuzinho dela estava ali na minha frente, todo exposto e piscando, melei um dedo com cuspe e fui enfiando no seu cuzinho apertadinho, dedando e laceando ele, melei então dois dedos com o líquido viscoso que escorria da sua buceta e meti eles no cuzinho dela pra deixar ele bem lubrificado e bem laceado.

Com dois dedos enterrados no seu cu e a minha pica estocando firme e fundo na sua buceta, o corpo dela começou a estremecer todo e a sua buceta começou a comprimir a minha pica, parecia que estava mordendo, a minha pica ficou mais melada ainda, escorria tanto líquido que chegava a melar até o meu saco.

Vendo ela gozar intensamente daquele jeito, não consegui me segurar mais, tirei a minha pica toda melada da sua buceta, abri sua bunda e encaixei a cabeça da minha pica na entrada do seu cu, mesmo gozando, ela gritou:
– Não, não!! - mas já era tarde, segurei firme na sua cintura e forcei a cabeça da minha pica no seu cu que se abriu todo e agasalhou a metade da minha pica, ela urrava, me xingava de velho safado, tarado, filho da puta, de tudo que é palavrão. Mas eu continuei firme, sem ceder nenhum centímetro.

Aos poucos ela foi relaxando e começou então a rebolar lentamente e movimentar se pra frente a pra trás, sempre até a metade da minha pica, até que, aproveitando uma das vezes que ela veio para trás, empurrei o meu quadril para frente e a minha pica entrou até o talo.
Que coisa mais linda e tesuda que foi ver aquele cuzinho com a boquinha toda arreganhada agasalhando completamente a minha pica, até o saco, foi demais para mim e comecei a estocar de leve e a encher aquele cuzinho apertadinho e quentinho de porra que descia por suas pernas, a deixando toda melada, com ela gemendo, rebolando e gozando pelo cu e pela buceta com a minha pica toda melada de porra espetada até o talo no seu cu. Foi gostoso demais!!

O sinal que indicava a entrada da nova turma tocou, me ajeitei, peguei a calcinha dela que estava no chão e a coloquei no bolso, ela se fazendo toda de putinha me agradeceu e falou que a partir daquele dia viria sempre estudar na biblioteca, e saiu rebolando, toda melada, e com a minha porra escorrendo pelas pernas dela.

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