Fodendo a sobrinha da minha mulher.

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Mariana é uma ninfeta. Morena jambo, 1,65 m,52 kg, seios pequenos, parecendo duas maçãs, um corpinho violão, com pelinhos oxigenados nas pernas e braços. Ela mora no interior do RJ, é sobrinha de minha mulher e veio passar uns dias conosco aqui no RJ.

Muito simpática e tímida, logo nos conquistou com seu jeitinho meigo e também despertou minha imaginação erótica, e também da minha mulher Júlia.

Na primeira semana as duas foram para a praia todos os dias, fazendo com que sua cor ficasse ainda mais bonita e seus pelinhos oxigenados, chamassem mais atenção ainda. Não sei como não apareceu nenhum garanhão que pegasse essa ninfetinha naqueles dias.

Eu e Júlia, que normalmente transamos duas vezes por semana, naquela semana, transamos todos os dias com muito tesão e Júlia acabou me confidenciando, que Mariana dormia de camisola sem calcinha, ficando com aquela bundinha à mostra e que ela acariciava todas as noites sem que Mariana percebesse pois tinha o sono pesado.

Júlia tinha um compromisso profissional na 2ª feira seguinte e passaria todo o dia fora e me pediu para que não trabalhasse naquele dia, para dar atenção à Mariana e até levá-la à praia quando ela acordasse.

No domingo à noite fodemos intensamente e ao amanhecer do dia seguinte, Júlia novamente me fez comparecer, quase me estuprando e disse que era para eu não ficar carente e não querer me assanhar com a Mariana.

Foi então para o seu compromisso, fazendo mil recomendações e eu voltei para a cama para tentar dormir um pouco mais, mas antes abri sutilmente a porta do quarto onde Mariana dormia e pude admira-la de bruços com aquela bundinha linda, sem calcinha, parecendo se oferecer.

Deitado não consegui desviar meu pensamento, muito menos dormir. Meu pau duro feito estaca, denunciava que ainda estava muito carente. Agoniado, me enchi de coragem e resolvi acariciar aquela bundinha linda, confiante que não acordaria, assim como acontecera com Júlia.

Nervoso, com a adrenalina a mil, entrei em seu quarto, e sentando ao pé da cama acariciei timidamente aquela bundinha linda, com medo dela acordar.

Medrei e voltei para meu quarto, deixando a porta destrancada e fiquei pelado na cama tocando uma punheta lenta na intenção de Mariana até que percebi a porta do quarto se abrindo e, não acreditando, naquela miragem se aproximando de mim, só de camisolinha, sem calcinha e sutiã, com o biquinho daquelas maçãs lindas parecendo querer furar o tecido da camisola.

Mariana sentou se na cama, com aquelas coxas lindas e peludinhas à mostra e segurando a minha pica dura e envernizada ficou punheteando devagar, e falou com uma voz meiga e pedinte:

- Está pensando em mim? Eu senti sua mão na minha bundinha, parecia nervoso! Eu fingi estar dormindo, para não te assustar e essa coisa linda aqui não brochar! Minha tia tem feito isto toda madrugada, mas tive medo dela me repreender, por estar sem calcinha e por que nunca transei com outra mulher, ainda mais que ela é minha tia!

Enquanto Mariana falava, fui tirando sua camisolinha pela cabeça e calei aquela boquinha com um beijo ardente e desejoso e a coloquei de pé ao lado da cama, para sentado poder mamar aqueles peitinhos maravilhosos, que cabiam inteirinho na minha boca.

Fui passando a mão na sua boceta, enfiando o dedo nela, sentindo que estava totalmente melada e muito excitada. Sem mais palavras, Mariana me colocou deitado de barriga para cima na cama, e começou a explorar a minha pica com aquela boquinha macia e deliciosa, com sutileza e maestria de quem sabe muito bem o que faz.

Sutilmente foi se colocando na posição de 69, sem tirar a boca da pica e agora gemendo bastante. Abriu as pernas e posicionou aquela buceta melada e cheirosa na minha boca, e começou a pressionar o seu quadril na minha cara, rebolando com a minha língua inquieta explorando aquela buceta deliciosa, gozando gostoso e despejando aquele seu líquido delicioso na minha boca.

Seu gozo melou toda minha cara, virando se para mim, me lambeu todo, parecendo agoniada para levar pica logo. Desvairada de tesão, ficou de quatro sobre a cama e disse me com uma carinha bem safada:

- Eu sei que você está louco para me enrabar!! Me pega de jeito!! Com carinho, ele é muito grande, vai doer muito!!

Quando aproximei a minha pica do seu cu, Mariana, demonstrando entender muito do assunto, com a mão esquerda foi segurando sua nádega esquerda e abrindo o seu cu, e com a direita segurando a minha pica e direcionando para a entrada do seu cu, pediu que eu deixasse por sua conta e foi se remexendo devagar, empurrando a bundinha para trás, até soltar um gritinho de tesão:

- Aiii!! Está me rasgando toda!! Calma, deixa comigo!! Aiiii!! Como ele é grande demais!! – E foi engolindo devagar, agasalhando tudinho no seu cu gostoso e apertado, apesar de com certeza não ser mais virgem.

Quando sentiu a minha pica toda enterrada no seu cu, meteu a cara na cama, arrebitando ainda mais a bundinha, começou a tocar uma siririca e me implorou:

- Aiii!! Mete com força, tesão!!! Soca bem forte!! Isso, assim!! Assim!!! Aiii!! Gostoso!! Vamos gozar juntinhos, vamos!! Enche o meu cu de leitinho quente, enche!!! Aiii!! Vemmmm!!! Goza comigo!!! Ahhhhh!! Tô...tô..... gozz...gozando....... sssss......... Delícia!!! - E gozamos juntinhos, com ela rebolando gostoso na minha pica e eu quase desmaiando de tanto prazer.

Demonstrando conhecimento, logo que sentiu minha pica ser expulsa do seu cu, Mariana me chamou para tomar banho para não deixar escorrer leitinho de pica com merda para sua buceta.

Durante o banho, beijei-a muito e mamei muito aqueles peitinhos maravilhosos e novamente fiquei de pau duro. Tomamos um cálice de licor de cacau e retornamos para a cama.

Mariana, pediu então para eu ficar deitado de barriga para cima e quieto, pois ela iria me estuprar e começou novamente pelo boquete, depois o 69 e depois começou a cavalgada.

Ela se acabou na minha pica, com as pernas abertas na minha cintura enterrou a pica toda na sua boceta e com o tronco ereto, primeiro de frente pra mim e depois de costas, gozando muito e cavalgando loucamente, a minha pica já estava em brasa e eu não conseguia gozar mais, mas ela não parava.

Exausta, deitou-se ao meu lado, adormecemos um pouco, depois tomamos um banho, nos vestimos e sentamos na sala para conversar. Pedi a ela que não tivesse medo das carícias da tia, que cedesse, pois iria gostar muito da experiência e que poderíamos transar os três juntos.

Ela ficou de pensar e talvez tentar, mas vendo o volume na minha bermuda, foi tratando de fechar a janela e a persiana da sala, ficou nuazinha novamente ali mesmo e me dizendo:

- Faltou uma coisinha, tiozinho gostoso!! Vou fazer você gozar gostoso na minha boquinha!! Quero beber leitinho quente, para reanimar!! Levanta tiozinho que eu quero rezar!!

Fiquei em pé e ela, depois de um beijo gostoso na boca, mamou meus mamilos de forma deliciosa e foi descendo, tirando minha bermuda e começou o seu ritual divino ajoelhada sobre uma almofada.

Minha pica estava inchada e parecia muito mais grossa que o normal, mas ela a tratou muito bem. Segurava com as duas mãos, esfregava no seu rosto, arregaçava a cabeça, passava a língua velozmente, abocanhava e depois começou um misto de boquete, punheta e linguete revirando os olhos, cheia de tesão e me deixando doido. Com certeza ela era uma chupadora de rola profissional.

Não demorou muito e gozei como nunca naquela boquinha maravilhosa e Mariana, só tirou a boca quando sentiu que a minha pica estava amolecendo e não tinha mais leitinho para ela ordenhar e beber.

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