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Minha empregada e sua filha


Eu moro em Valparaíso, tenho 38 anos e veio morar comigo uma empregada, bem gostosa por sinal, que tem 34 anos, Sonia. Mãe solteira, vivia com a filha. Sonia é uma mulher extraordinária, seios volumosos, coxas grossas, cintura larga e bumbum grande. Morena clara de cabelos escuros, olhos castanhos e boca grande.

Sempre ficamos conversando na cozinha pelas tardes. Na frente dos meus amigos é séria e educada, mas quando estamos sozinhos, ela se mostra muito safada, fala sobre todo tipo de putaria com toda naturalidade.

Fico na maior vontade de fuder com ela, mas Sonia se esquivava de todas as minhas investidas. Ela também sempre me falava da filha, mas não a conhecia pessoalmente.

Um dia, estávamos em casa e conversando na cozinha. Sonia vestia uma sainha rodada bem curta e um top. Ela, de costas para mim, lavando as louças na pia, falava como de costume sobre sacanagem.

Aquilo foi me deixando com tesão e não conseguia parar de olhar seu bundão. Tive vontade de passar a mão nele, e não me contive. Cheguei por trás dela e, subindo sua saia, encoxei seu bumbum. Sonia sorriu, segurando minhas mãos e disse:

– Você não pode fazer isso…!!

Falei em seu ouvido que era só um pouquinho, passando a mão no seu bumbum. Nesse momento já estava tão louco de tesão que, segurando sua mão, a fiz pegar na minha pica, ela apertou firme por cima do calção. Fiz menção de descer sua calcinha e ela largou a minha pica segurando minhas mãos. E disse:

– Se você parar, eu te arrumo uma garota para brincar com você...!

– Quem é?!

– É uma surpresa!

Estava com muito tesão naquele momento e quase que involuntariamente agarrei seus seios e abaixei seu top. Sonia virou de frente e me deixou chupar seus seios, durinhos e de mamilos grandes.

Os chupei com muito tesão, mas logo Sonia me afastou arrumando o top. Nesse momento louco de tesão coloquei a minha pica dura pra fora e pedi pra ela pegar. Sonia segurou meu cacete sorrindo e começou a me masturbar de leve. Ela abaixando disse:

– Só um pouquinho…!!

Sonia abocanhou a minha pica me fazendo suspirar. Sua boca engolindo a minha pica sugava forte, sua linguinha molhada rodava na cabecinha. Sonia, gulosa, mamava gostoso me fazendo gemer baixo. Sentia a cabeça da minha pica tocar na sua garganta enquanto ela chupava forte.

Já quase gozando segurei sua cabeça e passei a fuder a sua boca rápido. Sonia, fechando os lábios segurou em minhas coxas. Meu gozo veio forte e quente, Sonia recebeu tudo na boca e no rosto. Fiquei de pernas bambas com aquela gozada. Alguns dias depois estava conversando com Sonia na sala, enquanto ela tirava a poeira dos móveis, quando ela me disse:

– Sábado vou trazer uma amiguinha aqui...!! - Sorri e perguntei:

– Ela é muito gata?!!

– Você vai adorar…!! - E com cara de sacana perguntei:

– Ela é bem safada como você? - Sonia deu uma gargalhada e falou:

– Ah! Você vai gostar muito!!

No sábado acordei com Sonia abrindo as cortinas e falando que já era meio-dia e meia, puxando meu lençol me mandou levantar. Estava só de cueca e com uma puta ereção matinal. Sonia olhou aquele volume dentro da minha cueca. E com cara de safada falou:

– Olha a minha amiguinha já está lá na sala te esperando!! - Acariciando a minha pica dura por cima da cueca olhei para Sonia e perguntei:

– Ela vai me chupar gostoso?! - Sonia me encarando, com uma cara bem safada, falou:

– É melhor você mesmo perguntar para ela...!!

E saiu falando que ia chamar a sua amiga. Pensei que era apenas brincadeira sua, mas quando ela entrou, trazendo pela mão sua amiga, fiquei surpreso. Sonia me apresentou a garota, que se chamava Carla.

Ela era bem moreninha, baixinha e gostosa, malhada, de peitos fartos e bundinha empinada. Carlinha me cumprimentou sorridente e nem se importou de eu estar só de cueca. Ao me dar um selinho no rosto, ela encostou seus lábios no cantinho da minha boca.

Quase lhe tasquei um beijo naquele instante mesmo, mas me segurei. Ela estava vestindo um shortinho bem curto com uma blusinha regata sem sutiã. Sonia me falou:

– Olha, vou para a cozinha terminar o almoço...! - Fiquei ali sozinho com Carla em pé sem saber o que falar, tão desligado que nem soltei a minha pica. Carla, com os olhos fixos na minha pica dura, falou:

– Eu vou para sala e te espero lá!

Fui tomar uma ducha e escovar os dentes. Quando sai do banheiro ouvi Carla rindo na sala e ainda de cueca fui até lá. Sentei ao seu lado com a toalha no ombro e perguntei:

– O que você está vendo?! - Carlinha, me olhando de cima abaixo falou:

– É um desenho...

Propositadamente encostei minha perna na sua como que sem querer. E logo estava com a mão na sua coxa, acariciando suavemente enquanto conversávamos. Minha mão subia e descia na sua coxa cada vez chegando mais perto da sua buceta. Carla me olhando perguntou:

– Está gostando?!

– Sim... - Ela sorriu e falou:

– Isso é gostoso... - E sorrindo subi a mão para a sua buceta e a acariciei passando os dedos no seu grelinho. Carlinha sorriu e disse:

– Aí é mais gostoso…!!

E sem esperar mais lhe tasquei um beijo, ela me correspondeu gulosamente e passei a tocar sua buceta por cima do shortinho. O clima foi esquentando e comecei a beijar seu pescoço tentando abaixar seu shortinho.

Carla, segurando o short com os polegares, abaixou me mostrando sua calcinha. Cheio de vontade, enfiei a mão por dentro do short, tocando sua buceta. E beijei sua boca com muito desejo. E levantando sua blusa passei a beijar sua barriga e logo estava beijando seus peitões. Tão durinhos e bem empinados. Chupei gostoso aqueles melões suculentos.

Carla procurou a minha rola e começou a apalpar por cima da cueca. Tirando a minha cueca, pedi pra Carlinha tirar sua roupa, mas ela ficou só de calcinha. Nos beijamos calorosamente. Carla, segurando meu pau firme, me punheteava, enquanto eu acariciava seus seios e a sua buceta.

Cheio de tesão, levantei, puxando Carlinha, que entendeu logo o que eu queria. Ela abocanhou a minha pica e começou a chupar forte, sugando a glande. Carlinha chupava babando na minha pica e tocando uma punheta.

Sentei do seu lado e ela se abaixou me chupando. Carlinha, de olhos fechados, mamava gostoso na minha pica, enquanto eu acariciava seus peitões. Ela lambia e dava beijinhos em toda a minha pica me levando as alturas.

Nesse momento, Sonia entrou na sala, falando que o almoço estava pronto. Carlinha não se importou com Sonia e continuou me chupando. Sonia, nos chamando para almoçar, disse:

– Gente, vocês nem precisam se vestir. Venham logo!

Ela insistiu e fomos para cozinha. Apenas vesti minha cueca, mas Carla continuou só de calcinha. Almoçamos juntos e depois do almoço Sonia pediu para Carla ir até a lotérica. Fiquei com Sonia na cozinha conversando, mas continuei de cueca. Ela estava com uma blusa sem sutiã e um short curto. Sonia, me olhando com um sorriso safado no rosto, perguntou:

– E aí?! A Carla chupa direitinho?!

– Ela chupa gostoso! Por que?! Você também quer?! – E me levantei. Ela com cara de desentendida perguntou:

– O que?!

E abaixei minha cueca lhe mostrando a minha pica semidura. Sonia abaixou se na minha frente e engoliu a minha pica chupando gostoso. Ela sugava forte babando meu cacete e me masturbando rápido. Levantando Sonia, lhe beijei cheio de desejo e arranquei sua blusa beijando seus seios.

Ela mesma tirou o shortinho e a calcinha. Abracei Sonia apertadamente, enfiando meu pau entre suas virilhas. Passei a chupar seus peitos, roçando a minha pica na sua buceta peluda. Toquei sua buceta, sentindo ela meladinha e ela apertava a minha pica bem firme.

Sonia ficou de costas e com as mãos nos joelhos e empinou o bumbum. Agarrei suas ancas bem forte e meti na sua buceta com força, sentindo ela toda meladinha e quentinha. Sonia empurrava o corpo para trás rebolando enquanto eu estocava na sua buceta.

Minhas mãos deslizavam por toda sua bunda e meus dedos passavam em seu reguinho. Sonia ficou de quatro no chão e, segurando sua cintura, meti na sua buceta por trás. Fiquei metendo e tirando da buceta dela, e ainda passava meu pau entre sua bunda, roçando ele no seu cu. Sonia, recuando, dizia:

– Coloca ele na minha buceta!

Peguei meu pau e meti com força na buceta dela e passei a foder rápido. Eu dava fortes estocadas nela e Sonia gemia alto. Passei a apertar sua bunda dando-lhes palmadas. Sonia pediu mais palmadas e a atendi com todo prazer.

Sem parar de fode-la, eu lhe dava palmadas bem fortes. Gemendo alto, Sonia pediu para meter mais forte, e fui fodendo mais rápido. Ela, gemendo alto, quase gritava de prazer. Sonia disse que ia gozar. Eu senti sua buceta completamente molhada, tendo pequenas contrações.

Sonia gozou forte e continuei fodendo sua buceta devagar. Sonia, se recuperando da gozada, me mandou ficar de pé, e não perdi tempo. Fiquei de pé e ela ajoelhou na minha frente. Sonia começou a me masturbar rápido e me olhando com cara de puta disse:

– Vem, goza na minha boquinha, me dá o seu leitinho…!!

Ela me masturbou até eu gozar na sua boca. Sonia não deixou escapar uma gota. Com meu gozo na boca ela chupou a cabeça da pica, deixando toda melada. Sonia cuspiu meu gozo no meu cacete e chupou, lambuzando seu rosto. Fiquei de pernas bambas daquela gozada. Sonia toda melada de gozo no rosto sorriu e perguntou:

– E ai?! Vai fazer o mesmo na Carlinha?! - Com um sorriso no rosto disse:

– Com toda certeza, você pode ver…!!

Pouco tempo depois Carla voltou. Eu estava na cozinha conversando com Sonia, que acabara de se vestir e de se lavar. Carlinha sentou conosco à mesa e ficamos conversando. Eu continuava só de cueca. Carlinha estava com uma calça jeans e um topzinho.

Enquanto conversávamos, ela subiu o top, deixando tapado apenas seus seios. Sonia, enquanto lavava as louças, falou para Carla que, quando acabasse, ia só tomar um banho e elas iriam embora. E, com uma cara de safada, falou, me encarando:

– Por que você não vai com Carla para o quarto terminar sua brincadeira?!

Carla, rindo, me pegou pela mão, me carregando para o quarto. Ela foi logo se atirando na cama e deitei por cima dela lhe tascando um beijo ardente. Minhas mãos logo estavam acariciando seus seios, enquanto eu beijava seu pescoço.

Carlinha arrancou minha cueca e tirou seu top. Ela deitou novamente e comecei a chupar seus seios, tão durinhos, um e depois o outro. Ouvindo ela gemer baixinho, desci uma mão até sua buceta e iniciei uma leve massagem.

Carla abriu a calça e pude enfiar a mão por dentro, apalpando sua buceta com mais força, sempre chupando seus peitinhos. E ela, virando de costas, mandou tirar sua calça. Abaixei sua calça até descobrir sua bunda e passei a beijá-la.

Tirei sua calça e Carlinha ficou de frente para mim mostrando sua calcinha transparente. Cheio de tesão, deitei sobre seu corpo, beijando sua boca gulosamente. Fui logo descendo a mão para a sua buceta, e, afastando de lado sua calcinha, passei a tocar sua buceta. Carlinha, me olhando pediu:

– Vai devagar, pois só fiz sexo apenas uma vez...

Aquilo me deixou mais excitado, saber que ia foder uma quase cabacinho. Ficando de joelhos ao seu lado mandei ela me chupar. Carlinha não perdeu tempo. Enfiando meu pau na boca ela começou a chupar gostoso, babando bem meu cacete.

Tirando meu pau da sua boca passava a cabecinha nos seus peitões, e voltava a me chupar. Enquanto ela me chupava, metia e tirava um dedinho da sua buceta apertada, que já estava bem meladinha. Com a maior cara de safado pedi:

– Carlinha, tira sua calcinha!

– Então deita na cama... - Disse ela.

Ela ficou de pé na frente da cama. E com os polegares nas laterais da calcinha foi descendo lentamente. Quando tirou toda a calcinha Carla sorriu, passando a mão na sua buceta. Chamei ela para a cama me punheteando, e Carlinha sorrindo perguntou:

– Você quer me fuder, quer?!

– Sim, e muito!!! - Nessa hora Carla então disse:

– Você vai ter que me pegar primeiro!

E saiu correndo do quarto. Agarrei Carla na cozinha e a abracei por trás, apalpando seus seios. Meu pau ficou entre suas virilhas. Carlinha apoiando as duas mãos na pia empinou o bumbum.

Agarrando sua cintura meti com força na sua buceta apertadinha e toda meladinha. Ela aguentou o tranco mordendo os lábios. E passei a foder sua buceta devagar, até que fui aumentando o ritmo e Carla, me segurando pela cintura com uma mão, pediu:

– Aiiii!!! Vai devagar....

Meu pau entrava e saia da sua buceta bem apertada, mas ela estava meladinha. Carlinha apertava minha cintura e me dava beliscões, enquanto eu apalpava seus seios, fodendo a sua buceta gostosa. E ouvindo Carlinha gemer, comecei a meter mais forte. Carla disse:

– Minha buceta está ardendo!! Aiii!! Para!!!! - Nesse momento Sonia entrou na cozinha e, me abraçando por trás, disse:

– Não para!!! - Ela segurando a cintura da Carla por cima das minhas mãos mandou – Fode ela bem forte!!!

Carlinha reclamou, mas logo se calou agasalhando a minha rola na sua bucetinha apertadinha até o talo. Sonia, enrolada em uma toalha, roçava seu corpo no meu, e logo a toalha estava no chão. Sentia seus peitos nas minhas costas e os pelinhos da buceta dela na minha bunda. Sonia com cabeça no meu ombro dizia todo tipo de putaria:

– Fode ela, fode!!! Fode bem a Carlinha!!! Anda seu puto!!! Enfia esse caralho gostoso todo na buceta dela!!!! - Carla gemia de olhos fechados apoiada na pia. Sonia nos falou:

– Troquem de posição!!!

Ela me puxou e me sentou na cadeira. Carlinha abriu as pernas sentando na minha pica. Meteu todinho e começou a rebolar gostoso. Agarrei sua bundinha, a fazendo subir e descer. Sonia, por trás da Carlinha, segurou seus peitões, me mandando chupá-los. Chupei aqueles melões com todo prazer.

Sonia então segurou minha cabeça controlando qual seio eu chupava. Já sentindo meu gozo próximo, fiz Carla subir e descer mais rápido. Ela ainda rebolava forte. Sonia apertava seus seios, beliscando de leve seus mamilos.

Sua bucetinha completamente melada acomodava meu cacete apertado. O tesão em Carla foi aumentando e ela passou a foder mais forte. Sonia ainda a fez chupar seus peitões. E sentindo espasmos musculares, ela teve um orgasmo forte.

Não consegui segurar e gozei junto, enchendo sua bucetinha de porra. Elas ficaram um pouco tempo mais e foram embora. Antes de ir embora, Carla veio se despedir de mim. Sonia apressada a chamou. E tive uma surpresa com o que ela respondeu:

– JÁ VOU, MÃE!!!

Depois desse dia tudo voltou a correr normalmente, como se nada tivesse acontecido.

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